sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Chão de Látex.





    Ontem fomos ao teatro assistir ao concerto da Orquestra Sinfônica de Sergipe. O programa foi impecavel. Maestro convidado : show, repertório : ma-ra-vi-lho-so. A gente tem que fazer sempre uma "faxinazinha" nos ouvidos, dps de uma semana inteira de ruidos "arrochantes" das malas de carros nas praças e praias da cidade. E por falar em faxina, lembrei do motivo pelo qual estou "blogando" agora no Samuca com menta. Dei uma de profeta durante o intervalo de dez minutos entre as peças que foram tocadas no concerto. Quando acenderam as luzes, olhei distraidamente pro chão e me encabulei. Nunca tinha visto tanta goma de mascar grudadas e dispostas tão simetricamente, que parecia que a coletividade "pseudo-ruminante", quis ilustrar a via láctea no carpete. Nem mostrei a Hannah (minha doce companhia naquela noite), p ela não perder o clima da segunda parte. Sim mas, o que seria minha profecia ?. Com o andar das coisas, daqui a uns cinco meses teremos um piso emborrachado no TTB. O lado bom : menor risco de queda, choque eletrico, aroma de hotelã e tutti frutti. O lado ruim : A má impressão que fica do aracajuano culto que vai ao teatro.   Fica a dica. : Teatros não são locais apropriados para depositar chiclets. Existem até técnicas para manejo desses rejeitos, mas vou deixar a turma raciocinar um pouquinho, p exercitar e relaxar a moedura.

Nenhum comentário:

Postar um comentário